segunda-feira, 22 de agosto de 2011
MENSAGEM A GARCIA. Iniciativa e atitude numa mensagem famosa.
Leia a seguir como surgiu a expressão "Mensagem a Garcia!" pelo próprio autor, HELBERT HUBBARD.
Atividades semelhantes são por mim utilizadas em sala de aula, com carga e dimensão de acordo com o interesse, espaço, situação e tempo disponível do grupo de ação.
Pessoalmente, aos 18 anos de idade, também recebi uma Mensagem a Garcia que, no primeiro momento, me pareceu muito fácil de ser realizada. Contudo, quanto mais procurava a solução, mais me embrenhava na obtenção do resultado que, afinal, ocorreu por sorte e oportunidade.
Eis o relato de Helbert Hubbard.
Esta insignificância literária, UMA MENSAGEM A GARCIA, escrevi-a uma noite, depois do jantar, em uma hora. Foi a 22 de fevereiro de 1899, aniversário natalício de Washington, e o número de março da nossa revista "Philistine" estava prestes a entrar no prelo. Encontrava-me com disposição de escrever, e o artigo brotou espontâneo do meu coração, redigido, como foi, depois de um dia afanoso, durante o qual tinha procurado convencer alguns moradores um tanto renitentes do lugar, que deviam sair do estado comatoso em que se compraziam, esforçando-se por incutir-lhes radioatividade.
A idéia original, entretanto, veio-me de um pequeno argumento ventilado pelo meu filho Bert, ao tomarmos café, quando ele procurou sustentar ter sido Rowan o verdadeiro herói da Guerra de Cuba. Rowan pôs-se a caminho só e deu conta do recado - levou a mensagem a Garcia. Qual centelha luminosa, a idéia assenhoreou-se de minha mente. É verdade, disse comigo mesmo, o rapaz tem toda a razão, o herói é aquele que dá conta do recado que leva a mensagem a Garcia.
Levantei-me da mesa e escrevi "Uma mensagem a Garcia" de uma assentada. Entretanto liguei tão pouca importância a este artigo, que até foi publicado na Revista sem qualquer título. Pouco depois da edição ter saído do prelo, começaram a afluir pedidos para exemplares adicionais do número de Março do "Philistine": uma dúzia, cinquenta, cem, e quando a American News Company encomendou mais mil exemplares, perguntei a um dos meus empregados qual o artigo que havia levantado o pó cósmico.
- "Esse de Garcia" - retrucou-me ele.
No dia seguinte chegou um telegrama de George H. Daniels, da Estrada de Ferro Central de Nova York, dizendo: "Indique preço para cem mil exemplares artigo Rowan, sob forma folheto, com anúncios estrada de ferro no verso. Diga também até quando pode fazer entrega ".
Respondi indicando o preço, e acrescentando que podia entregar os folhetos dali a dois anos. Dispúnhamos de facilidades restritas e cem mil folhetos afiguravam-se-nos um empreendimento de monta.
O resultado foi que autorizei o Sr. Daniels a reproduzir o artigo conforme lhe aprouvesse. Fê-lo então em forma de folhetos, e distribuiu-os em tal profusão que, duas ou três edições de meio milhão se esgotaram rapidamente. Além disso, foi o artigo reproduzido em mais de duzentas revistas e jornais. Tem sido traduzido, por assim dizer, em todas as línguas faladas.
Aconteceu que, justamente quando o Sr. Daniels estava fazendo a distribuição da Mensagem a Garcia, o Príncipe Hilakoff, Diretor das Estradas de Ferro Russas, se encontrava neste país. Era hóspede da Estrada de Ferro Central de Nova York, percorrendo todo o país acompanhando o Sr. Daniels. O príncipe viu o folheto, que o interessou, mais pelo fato de ser o próprio Sr. Daniels quem o estava distribuindo em tão grande quantidade, que propriamente por qualquer outro motivo.
Como quer que seja, quando o príncipe regressou à sua Pátria mandou traduzir o folheto para o russo e entregar um exemplar a cada empregado de estrada de ferro na Rússia. O breve trecho foi imitado por outros países; da Rússia o artigo passou para a Alemanha, França, Turquia, Hindustão e China. Durante a guerra entre Rússia e o Japão, foi entregue um exemplar da "Mensagem a Garcia" a cada soldado russo que se destinava ao front.
Os japoneses, ao encontrar os livrinhos em poder dos prisioneiros russos, chegaram à conclusão que havia de ser cousa boa, e não tardaram em vertê-lo para o japonês. Por ordem do Mikado foi distribuído um exemplar a cada empregado, civil ou militar do Governo Japonês.
Para cima de quarenta milhões de exemplares de "Uma Mensagem a Garcia" têm sido impressos, o que é sem dúvida a maior circulação jamais atingida por qualquer trabalho literário durante a vida do autor, graças a uma série de circunstâncias felizes. - E. H.
MENSAGEM A GARCIA. Iniciativa e atitude numa mensagem famosa.
Leia a seguir como surgiu a expressão "Mensagem a Garcia!" pelo próprio autor, HELBERT HUBBARD.
Atividades semelhantes são por mim utilizadas em sala de aula, com carga e dimensão de acordo com o interesse, espaço, situação e tempo disponível do grupo de ação.
Pessoalmente, aos 18 anos de idade, também recebi uma Mensagem a Garcia que, no primeiro momento, me pareceu muito fácil de ser realizada. Contudo, quanto mais procurava a solução, mais me embrenhava na obtenção do resultado que, afinal, ocorreu por sorte e oportunidade.
Eis o relato de Helbert Hubbard.
Esta insignificância literária, UMA MENSAGEM A GARCIA, escrevi-a uma noite, depois do jantar, em uma hora. Foi a 22 de fevereiro de 1899, aniversário natalício de Washington, e o número de março da nossa revista "Philistine" estava prestes a entrar no prelo. Encontrava-me com disposição de escrever, e o artigo brotou espontâneo do meu coração, redigido, como foi, depois de um dia afanoso, durante o qual tinha procurado convencer alguns moradores um tanto renitentes do lugar, que deviam sair do estado comatoso em que se compraziam, esforçando-se por incutir-lhes radioatividade.
A idéia original, entretanto, veio-me de um pequeno argumento ventilado pelo meu filho Bert, ao tomarmos café, quando ele procurou sustentar ter sido Rowan o verdadeiro herói da Guerra de Cuba. Rowan pôs-se a caminho só e deu conta do recado - levou a mensagem a Garcia. Qual centelha luminosa, a idéia assenhoreou-se de minha mente. É verdade, disse comigo mesmo, o rapaz tem toda a razão, o herói é aquele que dá conta do recado que leva a mensagem a Garcia.
Levantei-me da mesa e escrevi "Uma mensagem a Garcia" de uma assentada. Entretanto liguei tão pouca importância a este artigo, que até foi publicado na Revista sem qualquer título. Pouco depois da edição ter saído do prelo, começaram a afluir pedidos para exemplares adicionais do número de Março do "Philistine": uma dúzia, cinquenta, cem, e quando a American News Company encomendou mais mil exemplares, perguntei a um dos meus empregados qual o artigo que havia levantado o pó cósmico.
- "Esse de Garcia" - retrucou-me ele.
No dia seguinte chegou um telegrama de George H. Daniels, da Estrada de Ferro Central de Nova York, dizendo: "Indique preço para cem mil exemplares artigo Rowan, sob forma folheto, com anúncios estrada de ferro no verso. Diga também até quando pode fazer entrega ".
Respondi indicando o preço, e acrescentando que podia entregar os folhetos dali a dois anos. Dispúnhamos de facilidades restritas e cem mil folhetos afiguravam-se-nos um empreendimento de monta.
O resultado foi que autorizei o Sr. Daniels a reproduzir o artigo conforme lhe aprouvesse. Fê-lo então em forma de folhetos, e distribuiu-os em tal profusão que, duas ou três edições de meio milhão se esgotaram rapidamente. Além disso, foi o artigo reproduzido em mais de duzentas revistas e jornais. Tem sido traduzido, por assim dizer, em todas as línguas faladas.
Aconteceu que, justamente quando o Sr. Daniels estava fazendo a distribuição da Mensagem a Garcia, o Príncipe Hilakoff, Diretor das Estradas de Ferro Russas, se encontrava neste país. Era hóspede da Estrada de Ferro Central de Nova York, percorrendo todo o país acompanhando o Sr. Daniels. O príncipe viu o folheto, que o interessou, mais pelo fato de ser o próprio Sr. Daniels quem o estava distribuindo em tão grande quantidade, que propriamente por qualquer outro motivo.
Como quer que seja, quando o príncipe regressou à sua Pátria mandou traduzir o folheto para o russo e entregar um exemplar a cada empregado de estrada de ferro na Rússia. O breve trecho foi imitado por outros países; da Rússia o artigo passou para a Alemanha, França, Turquia, Hindustão e China. Durante a guerra entre Rússia e o Japão, foi entregue um exemplar da "Mensagem a Garcia" a cada soldado russo que se destinava ao front.
Os japoneses, ao encontrar os livrinhos em poder dos prisioneiros russos, chegaram à conclusão que havia de ser cousa boa, e não tardaram em vertê-lo para o japonês. Por ordem do Mikado foi distribuído um exemplar a cada empregado, civil ou militar do Governo Japonês.
Para cima de quarenta milhões de exemplares de "Uma Mensagem a Garcia" têm sido impressos, o que é sem dúvida a maior circulação jamais atingida por qualquer trabalho literário durante a vida do autor, graças a uma série de circunstâncias felizes. - E. H.
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
AS ALIANÇAS DE PROMETEU. Você votou nele e eu também.
Silvio Luzardo
Cronista
Prometeu é digno do seu nome. Erigido pelo voto popular e pelo poder de fogo das empreiteiras da República do Faz de Conta ocupa seu lugar múltiplo, eclético, sonhado por muitos e alcançado por poucos. Era para ser um representante no Legislativo com a capacidade constitucional de ocupar Comissões e o Plenário para defender as causas mais urgentes da República e honras suas promessas de campanha. Fazer as leis, buscar soluções, cuidar os interesses maiores da população. Porém, no plenário nunca o veremos. Elaborar as leis será um compromisso minimizado. E ainda ficará indignado se as instituições que representam à sociedade civil quiserem acompanhar o seu desempenho. Lá está Prometeu com suas palavras macias, seu abraço confortável, o cartão de visita que mostra a imagem do Congresso Nacional atrás de sua imagem sorridente.
Ei-lo que assume o mandato público para dar uma resposta aos seus eleitores. Assume, num dia, e desaparece, no outro. Prometeu tem essa incrível capacidade. Espere. Não se apresse. Há explicação para tudo da República do Faz de Conta. Prometeu (as)sumiu e está em algum lugar onde Brasília fervilha. Trocam-se alianças sistematicamente. São caríssimas. Nos restaurante e nos lugares mais reservados elas aparecem. Em todas, Prometeu está presente. Quer trocar a sua aliança. Fica ansioso porque descobre que há mais Prometeus na jogada, do alto, do médio e do baixo clero. Todos disputam uma aliança no Ministério da Agricultura, por exemplo, no Turismo, Transportes, etc. Como? Mas, esses órgãos não são do Executivo? O Prometeu, que você elegeu para o Legislativo, está ali no Executivo? Sim. É ele mesmo. Na República do Faz de Conta, as alianças existem para que você somente eleja Prometeu. Depois desta conquista, é hora de cobrar e recuperar o que se investiu nas alianças. É a hora e a vez de Prometeu atender os compromissos que prometeu para si mesmo
sábado, 13 de agosto de 2011
SEU NOME É...
Na íntegra, a crônica de Silvio Luzardo.
Tema: mude, e o mundo mudará com você.
SEU NOME É...
Quando entrou no Escritório todos sorriram. Era seu primeiro dia de trabalho. Os novos colegas, alegres, vieram lhe abraçar. Parecia que estava em casa, embora nunca tivesse ali colocado os pés. Até os que estavam envolvidos com os computadores, sentados em suas bancadas se levantaram. As operadoras se desfizeram de seus telefones, a servidora do cafezinho se apressou, a recepcionista largou o que tinha que fazer e veio vindo para dentro do escritório, atraída. Ele sorriu. Eles, todos eles, sorriram ainda mais.
Permitam me apresentar, disse o novo colaborador. Não estranhem o meu nome. É esse mesmo. Foi uma escolha do meu pai e do meu avô, em homenagem ao meu bisavô, de quem herdei o nome. Minha mãe, não tinha gostado muito da escolha, hoje ela confessa que mudou a vida dela para sempre. Foi e é outra. Na época, os homens mandavam, não tinha sido consultada mas, ao me vir nascer, não teve nenhuma dúvida. Concordou. Sorriso. E os novos colegas sorriram muito, abriram um largo sorriso nos lábios. Meu nome é esse mesmo, acreditem: Sorriso! Muito prazer!...
As cortinas se abriram, entrou mais luz no Escritório, parecia que uma música surgira no fundo da sala, alguém tocando Serenata de Chopin. As flores artificiais que Rosa ganhara de aniversário no dia anterior exalaram um perfume sutil. As máquinas ficaram quietas e silenciosas. Uma brisa primaveril pairou no ar. As lixeiras estavam limpas, impecáveis. As mesas, com os documentos ordenados. As janelas nem pareciam que tinham vidraças. E os novos colegas foram se chegando. Sorrindo. Abraçando e se apresentando, um a um, ao Sorriso. Eu sou Enéas, prazer, Sorriso. Eu sou Marianita, prazer, Sorriso. Enfim, uma fila sorrindo.
Levaram Sorriso ao chefe. O chefe ao vê-lo e antes de saber quem era, sorriu. Mandou suspender a reunião, pediu para o cliente aguardar mais um pouco, desligou o celular, limpou a mesa rapidamente e estendeu um cumprimento amigável. Meu nome é Sorriso, chefe! Ah, é você, então, Sorriso! E pediu um cafezinho e chamou o cliente e lhe apresentou. Os colegas, agora pasmos, olhavam para o chefe e para o Sorriso. Nunca tinham visto o chefe com esse ânimo, com uma alegria diferente. Um cutuou o outro: olhá só, a postura que ele nos cobra e nunca fez, veja como está. O Chefe pediu, educadamente: sentem-se, Sorriso e ao cliente. E os colegas presentes e os que olhavam através da divisória de vidro sorriram. Foi aí que deram falta do Mau Humor.
Quando Sorriso se apresentou, o Mau Humor sentiu o clima e discretamente informou para um colega que ia até o sanitário.
Lá, sentou-se no vaso, baixou as calças, puxou a descarga e nunca mais foi visto. Presume-se que tenha entrado pelo cano de esgoto e sumiu de vista.
Tema: mude, e o mundo mudará com você.
SEU NOME É...
Quando entrou no Escritório todos sorriram. Era seu primeiro dia de trabalho. Os novos colegas, alegres, vieram lhe abraçar. Parecia que estava em casa, embora nunca tivesse ali colocado os pés. Até os que estavam envolvidos com os computadores, sentados em suas bancadas se levantaram. As operadoras se desfizeram de seus telefones, a servidora do cafezinho se apressou, a recepcionista largou o que tinha que fazer e veio vindo para dentro do escritório, atraída. Ele sorriu. Eles, todos eles, sorriram ainda mais.
Permitam me apresentar, disse o novo colaborador. Não estranhem o meu nome. É esse mesmo. Foi uma escolha do meu pai e do meu avô, em homenagem ao meu bisavô, de quem herdei o nome. Minha mãe, não tinha gostado muito da escolha, hoje ela confessa que mudou a vida dela para sempre. Foi e é outra. Na época, os homens mandavam, não tinha sido consultada mas, ao me vir nascer, não teve nenhuma dúvida. Concordou. Sorriso. E os novos colegas sorriram muito, abriram um largo sorriso nos lábios. Meu nome é esse mesmo, acreditem: Sorriso! Muito prazer!...
As cortinas se abriram, entrou mais luz no Escritório, parecia que uma música surgira no fundo da sala, alguém tocando Serenata de Chopin. As flores artificiais que Rosa ganhara de aniversário no dia anterior exalaram um perfume sutil. As máquinas ficaram quietas e silenciosas. Uma brisa primaveril pairou no ar. As lixeiras estavam limpas, impecáveis. As mesas, com os documentos ordenados. As janelas nem pareciam que tinham vidraças. E os novos colegas foram se chegando. Sorrindo. Abraçando e se apresentando, um a um, ao Sorriso. Eu sou Enéas, prazer, Sorriso. Eu sou Marianita, prazer, Sorriso. Enfim, uma fila sorrindo.
Levaram Sorriso ao chefe. O chefe ao vê-lo e antes de saber quem era, sorriu. Mandou suspender a reunião, pediu para o cliente aguardar mais um pouco, desligou o celular, limpou a mesa rapidamente e estendeu um cumprimento amigável. Meu nome é Sorriso, chefe! Ah, é você, então, Sorriso! E pediu um cafezinho e chamou o cliente e lhe apresentou. Os colegas, agora pasmos, olhavam para o chefe e para o Sorriso. Nunca tinham visto o chefe com esse ânimo, com uma alegria diferente. Um cutuou o outro: olhá só, a postura que ele nos cobra e nunca fez, veja como está. O Chefe pediu, educadamente: sentem-se, Sorriso e ao cliente. E os colegas presentes e os que olhavam através da divisória de vidro sorriram. Foi aí que deram falta do Mau Humor.
Quando Sorriso se apresentou, o Mau Humor sentiu o clima e discretamente informou para um colega que ia até o sanitário.
Lá, sentou-se no vaso, baixou as calças, puxou a descarga e nunca mais foi visto. Presume-se que tenha entrado pelo cano de esgoto e sumiu de vista.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
"BICHARADA" EM AÇÃO. Aqui está a Narrativa para fazer o espetáculo.
No Blog MICO NUNCA MAIS criamos uma "peça" para que as crianças e os adultos brinquem no mundo dos "bichos".
Lá estão os papéis, o título da História e a orientação de como se deve proceder essa dinâmica muito divertida.
Como combinamos, aqui está o texto para o Narrador. O sinal (...) corresponde a intervenção verbal das crianças ou participantes da dinâmica.
"Era uma vez uma GATA (Manhosa)... Lembrete inicial: o personagem dá um passo a frente e faz miauuuu-miauuuu-miuaauuuuuuu. Ela recebeu um convite do seu amigo CACHORRO (Nervoso)... para assistir o desfile no dia dos ANIMAIS. Ela convidou seu amigo GALO (triste)... que estava precisando dar uma saída do galinheiro. No horário combinado lá estavam a GATA... e o GALO..., esperando uma carona. Foi quando viram aparecer o ELEFANTE (capenga)..., junto com o BOI (fanhoso)... O narrador expressa a voz do animal: A Gata... perguntou: “ Onde vocês vão? O ELEFANTE... e a HIENA... responderam: recebemos um convite do CACHORRO... “Olha ele aí, disse o GALO... Que bom que você chegou!” Estavam todos juntos, ELEFANTE... BOI... GATA...CACHORRO... e o GALO... O CACHORRO... levantou o rabo e disse: “recebi visitas para o Dia dos Animais. Não fiquem assustados. Eles são meus amigos! Vou chamá-los. Ei, podem vir LEÃO (dorminhoco)..., e a HIENA (inquieta)...”. A Gata... deu um passo para trás e o Galo... também, assustados. O LEÃO... foi abraçar todos os bichos e a HIENA... ficou no seu canto espiando. Todos foram para a ESPLANADA DOS BICHOS, onde seria o desfile.
Lá chegando encontraram o BEM-TE-VI... anunciando o DESFILE. Havia chovido muito na noite anterior e só apareceram o PORCO... e o BODE para desfilar...Eles, BEM-TE-VI...BODE... E O PORCO... estavam discutindo, ao MESMO TEMPO.... “Que coisa sem graça, disse a GATA... Tem mais bichos para assistir do que para desfilar”. O LEÃO... que era dorminhoco, mas não era surdo, disse então. “Gata!... Você tem razão! Eu LEÃO... como rei dos Animais, tenho de dar um jeito nisso”. E então chamou “Galo... vá lá para frente. Cachorro... fique aqui do meu lado. HIENA... você vai do lado do PORCO... como estandartes. BODE..., fique atrás do PORCO... Ei, BOI.., você vai atrás da HIENA... O BEM-TE-VI... é nosso corneteiro mor. Lá atrás vai meu amigo ELEFANTE...
E assim, a Gata Manhosa... pode assistir todos os animais desfilando na sua frente. Batia palmas com suas patinhas. A Gata Manhosa...achou que o ELEFANTE...estava destoando do conjunto e miou bastante.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
RIMAS DE AMOR, LICOR E CACHAÇA. Utilizadas na poesia.
Olá, se você pesquisou e elaborou suas rimas no Blog MICO NUNCA MAIS para a poesia AMOR, LICOR E CACHAÇA, de minha autoria, aqui está em inteiro teor a poesia original.
Você poderá comparar e conferir se utilizou as palavras utilizadas nas rimas conforme o texto original.
A ideia central dessa atividade é criar o interesse pela pesquisa (deixando algumas partes de um texto em branco, não necessariamente uma poesia com rimas, pode ser um texto em que as palavras aleatóriamente sejam trocadas ou deixadas em branco) e também, no caso dos versos, encontrar o sentido e o significado.
Espero que tenha apreciado esse exercício de criatividade e que pode ser inserido pelas próprias crianças ou alunos num ambiente prazeroso de entretenimento sadio em casa ou na sala de aula.
Aí vai a poesia. Confira seu índice de acertos.
Sob os lençóis, a plena paixão abrasa
onde o corpo navega e descompassa,
e se abre, em sussurro que extravasa
a pura beleza que nos enlaça.
E vai, vulto mágico que passa,
aquecer o transe na luz escassa
e no pincel de nuvem que o óleo traça,
antever o êxtase que nos entrelaça.
E tudo é o nada e o nada rechaça,
e brinda o suave no amargor da taça,
e o suor emerge e o olhar embaça,
e bebemos o amor, licor e cachaça.
E procuramos murmúrios na fumaça
no mudo silêncio que nos abraça
e na volúpia que a ternura antepassa
os poros são fontes, a paixão a caça.
Caçador e fera, bicho e salsa,
o aroma na boca, o beijo que esgarça,
a plena felicidade que o idílio casa
no receio de despertar que se esfumaça.
Você poderá comparar e conferir se utilizou as palavras utilizadas nas rimas conforme o texto original.
A ideia central dessa atividade é criar o interesse pela pesquisa (deixando algumas partes de um texto em branco, não necessariamente uma poesia com rimas, pode ser um texto em que as palavras aleatóriamente sejam trocadas ou deixadas em branco) e também, no caso dos versos, encontrar o sentido e o significado.
Espero que tenha apreciado esse exercício de criatividade e que pode ser inserido pelas próprias crianças ou alunos num ambiente prazeroso de entretenimento sadio em casa ou na sala de aula.
Aí vai a poesia. Confira seu índice de acertos.
Sob os lençóis, a plena paixão abrasa
onde o corpo navega e descompassa,
e se abre, em sussurro que extravasa
a pura beleza que nos enlaça.
E vai, vulto mágico que passa,
aquecer o transe na luz escassa
e no pincel de nuvem que o óleo traça,
antever o êxtase que nos entrelaça.
E tudo é o nada e o nada rechaça,
e brinda o suave no amargor da taça,
e o suor emerge e o olhar embaça,
e bebemos o amor, licor e cachaça.
E procuramos murmúrios na fumaça
no mudo silêncio que nos abraça
e na volúpia que a ternura antepassa
os poros são fontes, a paixão a caça.
Caçador e fera, bicho e salsa,
o aroma na boca, o beijo que esgarça,
a plena felicidade que o idílio casa
no receio de despertar que se esfumaça.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
SEUS FILHOS, MEUS NETOS. A nova geração "condicionada"
Silvio Luzardo comenta
Crianças superativas, crianças com déficit de atenção. Passivas demais, desatentas demais. Animadas, agitadas, inquietas, do outro lado. Afinal, o que está acontecendo com nossas crianças. Aumenta a apreensão dos pais, reclamam os professores, ficam sem saída os pedagogos, questionam os psicólogos, refletem os psicopedagogos como eu. Afinal, porque crescem os índices de violência dentro da sala de aula, os professores são agredidos ou, não tem forças suficientes para motivar crianças para resultados positivos no estudo?
Vamos explicar o fenômeno. Recorro a matemática. Simples, a matemática. Quanto tempo uma criança fica na frente da tv? Duas horas, três horas, quatro horas. Isso importa? Claro que importa. Mas não é o principal! O que a criança faz na frente da tv? Nada? Nada! Atenção: a "tv" ocupa o lugar na mente da criança, entendeu? Enquanto uma criança deveria estar fazendo seus temas, brincando principalmente, envolvida corpo e mente, ela está "seduzida", "parada", "estacionada" na frente da tv. A mente aberta, envolvida. O corpo parado, ocioso, lerdo, sem ação e sem, principalmente, manipulação de objetos. Muito bem. Depois disso, vêm os games, mais adiante. Vem a Internet e seus jogos eletrônicos. Completa sedução virtual. A criança sente fome mental e se alimenta pela mente e para o corpo também, que está lerdo e parado. O físico ganha peso. A mente fica afinada, ativa. Desequilíbrio.
Vamos a matemática do condicionamento. O importante não é o tempo que fica na frente da tv. Claro que é um exagero. No máximo, sugiro uma hora de programa escolhido pela criança com a orientação dos pais. Mas o problema não é esse. Preste atenção. Desde bebê a criança começa a ser "encaminhada" pela babá, pela empregada e pelos próprios pais para diante da tv. Levam-se filmetes, dvds, filmes apropriados, desenhos animados, etc. A criança começa a assistir, já no primeiro ano, pela audição e depois pela visão, a PROGRAMAÇÃO da tv. Com o tempo e o passar dos anos, sem perceber, a CRIANÇA é "condicionada" a um tempo de atenção de 8 a 10 minutos, o tempo que dura um BLOCO da programação, POIS depois vem os comerciais. E assim, a criança DESENVOLVE uma linha de apreensão condicionada. Liga e desliga em BLOCOS MENTAIS. Pois então...
Essa criança alcança a idade escolar. Quanto tempo ela terá que SUPORTAR quieta e inerte na sua carteira? Exatos 50 MINUTOS. Ora, a matemática explica. Como uma criança que foi condicionada a ficar ATENTA 10 minutos será capaz de AGUENTAR, num ambiente de grupo ainda mais, 50 MINUTOS? Então, a criança sem perceber FICA AGITADA ou FICA DISTRAÍDA, pois sua mente NÃO SE SATISFAZ com o RITMO DA AULA, que é diferente da programação inteligente e animada da TELEVISÃO.
O ideal seria que os educadores COMPREENDESSEM esse fenômeno. Mas há dificuldades. NÃO FORAM PREPARADOS PARA ISSO, para entender a nova mídia, a nova maneira de apreensão do conhecimento. É preciso repensar o processo de APRENDIZAGEM como um show, uma animação constante, uma atividade lúdica integrada, com recursos pessoais e de ambiente capazes de FOCAR e PENETRAR nesse período de CONDICIONAMENTO mental que já vem se acumulando na criança ao longo de seu crescimento.
Ou seja, uma aula deveria ser em blocos de aprendizado de 10 minutos, com muita dinâmica, interação e competência interdisciplinar na Escola. Será que isso é possível?
Crianças superativas, crianças com déficit de atenção. Passivas demais, desatentas demais. Animadas, agitadas, inquietas, do outro lado. Afinal, o que está acontecendo com nossas crianças. Aumenta a apreensão dos pais, reclamam os professores, ficam sem saída os pedagogos, questionam os psicólogos, refletem os psicopedagogos como eu. Afinal, porque crescem os índices de violência dentro da sala de aula, os professores são agredidos ou, não tem forças suficientes para motivar crianças para resultados positivos no estudo?
Vamos explicar o fenômeno. Recorro a matemática. Simples, a matemática. Quanto tempo uma criança fica na frente da tv? Duas horas, três horas, quatro horas. Isso importa? Claro que importa. Mas não é o principal! O que a criança faz na frente da tv? Nada? Nada! Atenção: a "tv" ocupa o lugar na mente da criança, entendeu? Enquanto uma criança deveria estar fazendo seus temas, brincando principalmente, envolvida corpo e mente, ela está "seduzida", "parada", "estacionada" na frente da tv. A mente aberta, envolvida. O corpo parado, ocioso, lerdo, sem ação e sem, principalmente, manipulação de objetos. Muito bem. Depois disso, vêm os games, mais adiante. Vem a Internet e seus jogos eletrônicos. Completa sedução virtual. A criança sente fome mental e se alimenta pela mente e para o corpo também, que está lerdo e parado. O físico ganha peso. A mente fica afinada, ativa. Desequilíbrio.
Vamos a matemática do condicionamento. O importante não é o tempo que fica na frente da tv. Claro que é um exagero. No máximo, sugiro uma hora de programa escolhido pela criança com a orientação dos pais. Mas o problema não é esse. Preste atenção. Desde bebê a criança começa a ser "encaminhada" pela babá, pela empregada e pelos próprios pais para diante da tv. Levam-se filmetes, dvds, filmes apropriados, desenhos animados, etc. A criança começa a assistir, já no primeiro ano, pela audição e depois pela visão, a PROGRAMAÇÃO da tv. Com o tempo e o passar dos anos, sem perceber, a CRIANÇA é "condicionada" a um tempo de atenção de 8 a 10 minutos, o tempo que dura um BLOCO da programação, POIS depois vem os comerciais. E assim, a criança DESENVOLVE uma linha de apreensão condicionada. Liga e desliga em BLOCOS MENTAIS. Pois então...
Essa criança alcança a idade escolar. Quanto tempo ela terá que SUPORTAR quieta e inerte na sua carteira? Exatos 50 MINUTOS. Ora, a matemática explica. Como uma criança que foi condicionada a ficar ATENTA 10 minutos será capaz de AGUENTAR, num ambiente de grupo ainda mais, 50 MINUTOS? Então, a criança sem perceber FICA AGITADA ou FICA DISTRAÍDA, pois sua mente NÃO SE SATISFAZ com o RITMO DA AULA, que é diferente da programação inteligente e animada da TELEVISÃO.
O ideal seria que os educadores COMPREENDESSEM esse fenômeno. Mas há dificuldades. NÃO FORAM PREPARADOS PARA ISSO, para entender a nova mídia, a nova maneira de apreensão do conhecimento. É preciso repensar o processo de APRENDIZAGEM como um show, uma animação constante, uma atividade lúdica integrada, com recursos pessoais e de ambiente capazes de FOCAR e PENETRAR nesse período de CONDICIONAMENTO mental que já vem se acumulando na criança ao longo de seu crescimento.
Ou seja, uma aula deveria ser em blocos de aprendizado de 10 minutos, com muita dinâmica, interação e competência interdisciplinar na Escola. Será que isso é possível?
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